Mulheres universitárias argentinas surge de um mal-estar persistente: a certeza de que as marcas históricas de exclusão continuam operando silenciosamente na vida acadêmica contemporânea. O livro reúne textos de pesquisadoras, docentes e profissionais que abordam, a partir de diferentes disciplinas e perspectivas, as tensões entre o acesso formal ao ensino superior e a permanência de desigualdades estruturais. O teto de vidro, a segregação disciplinar, a invisibilização na produção do conhecimento, a linguagem acadêmica como campo de poder e as sobrecargas enfrentadas por quem concilia estudos, maternidade e trabalho compõem o panorama que esta obra traça com rigor e compromisso.
