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Associação de Editoras Universitárias da América Latina e do Caribe
Boletim da EULAC

Vol.3 | Março 2021

«Compartilhando nosso conhecimento com o mundo»
EULAC está integrada por:
ABEU, Red Nacional Altexto, ASEUC, REDUCH, REUN,
REUP, REUDE, SEDUCA, EU PERÚ y EDUPUC.

Tendências da edição universitária

Sayri Karp

Na última década, as associações e redes nacionais têm trabalhado para se conhecer melhor e encontrar estratégias que nos permitam alcançar objetivos comuns. Percebemos que a publicação universitária é uma construção coletiva e que temos em nosso poder a riqueza que a diversidade de coleções e modelos editoriais implica.

A cada uma das ações e projetos que temos realizado, buscamos decisivamente a profissionalização, participar dos desafios do meio acadêmico e universitário e das inovações nas tecnologias de informação e comunicação, bem como enfrentar os desafios da indústria editorial, sempre com o objetivo de fortalecer a publicação universitária.

Durante 2020, as editoras universitárias não só não interrompemos nosso trabalho como nos esforçamos ainda mais para organizar os metadados de nossas publicações, ter o catálogo online, ter uma biblioteca digital de livros eletrônicos ou impressos ou ambos, ter uma proposta de acesso aberta ou um programa de promoção da leitura, em suma, para construir um ecossistema digital do livro.

Ulibros

A EULAC convida editoras universitárias latino-americanas a fazer parte da Ulibros, plataforma com a produção editorial universitária da região que permite otimizar, padronizar e facilitar a gestão de metadados.

No final de 2020, tínhamos mais de 30.000 referências de 130 editoras universitárias latino-americanas. Graças ao esforço da EULAC, todas as editoras afiliadas têm direito a uma conta básica gratuita na Ulibros.com.

Se a sua editora já for afiliada e você quiser aproveitar a sua conta básica, escreva para: secretaria.abeu@gmail.com e saiba mais

Susana Andrade Orellana, Silvana Cárate Tandalla, Susana Freire García

A importância da comunicação em rede das editoras latino-americanas

Francisco Javier Vargas Franco
A comunicação entre os seres humanos sempre foi de extrema importância, com ela se conseguiu o progresso e o desenvolvimento da espécie humana, por isso desempenha um papel fundamental no crescimento dos projetos em nosso planeta. A comunicação também representa grandes desafios e se caracteriza por expor pontos de melhoria. Não é segredo que na América Latina a comunicação representa um “problema estrutural”, como afirma o Dr. Gonzalo Córdova, especialista em problemas de comunicação coletiva; especificamente em nosso continente, apresentamos problemas de comunicação centrados na pouca participação coletiva e trabalho em equipe, que traz como consequência o pouco desenvolvimento, e esforços isolados e desfocados em um objetivo geral, além de uma desorganização em qualquer natureza de sociedade. O mundo editorial não é exceção, há muito tempo editoras privadas e universitárias sofrem os estragos de não desempenhar uma comunicação correta entre seus pares, e os resultados são evidentes, com edições não padronizadas, normas e regulamentos não claros, além de um desarticulação de esforços que não levam a lugar nenhum, o que também se reflete em orçamentos baixos ou na redução dos mesmos por parte dos órgãos governamentais, e que acabam afetando as editoras privadas, mas ainda mais as universitárias. Outro ponto muito importante na atualidade são os metadados que, sem dúvida, por falta de comunicação, não há padronização das informações, o que gera duplo trabalho e esforços que são descartados nas editoras, o que resulta em pouca visibilidade nas novas tecnologias de pesquisa e resulta em pouca movimentação do material editorial.

Delicarse

Colombia

Termo usado para se referir a um opprobrium pessoal, de natureza altamente subjetiva, contra pessoas que são altamente suscetíveis em aspectos relativos às relações humanas. Pode ser usado como engodo pelo suposto infrator, através do dispositivo expressivo de uma pergunta retórica, para indagar sobre sua suspeita de indelicadeza. «Você se delico?», o infrator dirá, sempre com um toque de cinismo, àquele que está delirante.
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